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Café em Grão

Paris...Je t'aime! 1ª Parte

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 Foi em Dezembro de 2013, já lá vão quase três anos, que rumamos à capital do amor. Movidos pela aventura, pelo interesse na cidade e não só, passamos uma semana intensa.
Como é uma viagem que gostava de repetir, vou relembrar aqui convosco, passo a passo, os sete magníficos dias que passei na cidade luz.
Tudo começou por uma brincadeira, em Agosto desse ano, partilhei com uma cunhada minha que vive em França com o meu irmão e estavam cá de férias, o quanto gostávamos de ir a Paris fazer uma visita a todos os monumentos emblemáticos. Em jeito de brincadeira, acrescentei que seria fantástico poder ir à Eurodisney e porque não, ainda assistir a um concerto da Céline Dion. Á partida era algo impossível até porque a cantora canadense, tem sempre a agenda cheia em Las Vegas.
A conversa ficou por ali…
O meu gajo sempre teve o sonho de visitar Paris, eu já lá tinha estado e de nada me lembrava. Ambos sabíamos que seria uma viagem de sonho. Quem sabe um dia! Julgando nós que tão cedo não poríamos o sonho em prática.
Passado um mês, recebo uma mensagem por facebook da minha cunhada onde dizia que a Céline Dion iria dar uma série de concertos em Paris e perguntava se queríamos aproveitar?
Com data para Dezembro e visto este tipo de concertos esgotarem em minutos, pouco tempo tivemos para decidir e levados pela loucura, pelo momento e ainda sem perceber como iriamos organizar o resto, resolvemos aventurar-nos e pedimos que nos reservasse dois bilhetes!
Entretanto e já que iriamos a Paris, pedimos também que nos comprassem os bilhetes para o parque da Disney. Se estávamos a realizar um sonho, não podíamos deixar fugir a oportunidade de visitar tudo o que gostaríamos.
Os dois meses seguintes foram passados numa ansiedade tremenda e na organização de um plano de visita.
Primeiro o hotel, queríamos algo barato (dentro do caro) e que pelo menos tivéssemos direito ao pequeno-almoço, ambos sabíamos que só regressaríamos ao quarto à noite daí não ser necessário meia-pensão ou pensão completa.
Depois os transfers, que dor de cabeça, lá sabíamos nós como havíamos de fazer?! De todas as vezes que fui a França tive sempre boleia e ficava em casa de familiares, mas desta vez estávamos por nossa conta. Acabamos por decidir que apanharíamos o comboio que nos levaria mais perto e depois o metro para chegarmos ao hotel.
Itinerários, roupas quentes, algum dinheiro, malas fechadas e o grande dia acabou por chegar!

Carlos
(continua)

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