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Café em Grão

"Ela parte-me o pescoço"

02.05.16

 De férias e sem muito para fazer, ontem aproveitamos e fomos com uma sobrinha e uma amiga dela à noite da Queima no Porto.
Quisemos ir pela curiosidade do meu gajo relativamente às noites da folia estudantil e também porque o Agir ia actuar no recinto logo após o Miguel Araújo.
Já lá vão uns bons anos que não punha os pés na queima e diga-se em verdade que aquela que foi a única vez que lá entrei serviu-me de exemplo, pois por causa de um, passamos a noite toda junto à tenda da cruz vermelha. Não sabem beber!
Ontem e tantos anos depois, percebi que nada mudou e que uma hora após a abertura já a cruz vermelha tinha trabalhado mais do que uma semana inteira.
Adiante…
O verdadeiro motivo como referi era o concerto do Agir.
Confesso que não me identifico com a forma como se apresenta, todo furado e tatuado, mas aprendi a lição, não devemos avaliar as pessoas pelo seu exterior, pois o rapaz assim que entrou no panorama musical nacional venceu de imediato. Gosto dos temas dele e ouvi-lo é contagiante. E assim se aprende a gostar do cantor independentemente de ter as orelhas com alargadores ou ser tatuado até ao pescoço…
Ontem fomos então assistir ao concerto.
Assim que entrou em palco, juntou-se uma multidão a perder de vista, entre jovens estudantes, adultos e muitos pais com os filhos pequenos, somente para o ver.
Aos primeiros acordes levou o queimódromo ao rubro.
Todos cantaram, todos dançaram, “Como ela é bela”, “Tempo é dinheiro”, “Makeup”, “Ela parte-me o pescoço” entre outros, ouvia-se o público a alto e bom som.
Adorei…

Carlos 

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